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Como ser uma luz para si mesmo se existe algum tipo de dependência?

Como ser uma luz para si mesmo se existe algum tipo de dependência?

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A arte de questionar

Primeiro Seminário - Brockwood Park, Inglaterra - 12 de setembro de 1978

Q: Como ser uma luz para si mesmo?

A maioria de nós é escrava, tanto de conceitos religiosos, crenças ou símbolos quanto de alguma experiência, instituição ou imagem. Somos presos a uma rotina, que impede a liberdade.

Como posso entender minha profundidade sem entender como a mente se tornou dependente? Você questiona a maneira como vive sua vida – por que você pensa isto, por que faz aquilo, por que tem certas reações? Você questiona tudo isto?

Posso diferenciar a palavra do fato? Como se aborda alguma coisa sem nenhum conhecimento? Como realmente abordo um problema? Podemos encontrar o caminho certo de questionar, de forma que a inteligência surja?

É possível nunca se magoar?

Segundo Seminário - Brockwood Park, Inglaterra - 13 de setembro de 1978

Q: O que queremos dizer com relacionamento?

Relacionamento é uma das coisas mais importantes na vida. Relacionamento entre eu e o outro, com muitos outros, o que forma a sociedade.

No meu relacionamento com o outro há tensão, uma sensação de divisão, culpa, possessividade, proteção ou responsabilidade. Aparentemente existe, desde tempos imemoriais, conflito entre você e mim.

Dor, apego, ciúme, medo e prazer sexual – tudo isso está implícito no relacionamento diário. Por que aceitamos isto?

Por que nos magoamos? Você tem uma ideia sobre si mesmo que pode ser magoada? Por que você tem imagens suas e conclusões sobre alguma coisa?

Queremos realmente encontra uma maneira de viver na qual não haja a possibilidade de ser magoado?

Você pode encarar o fato de que não é absolutamente nada?

Terceiro Seminário - Brockwood Park, Inglaterra - 14 de setembro de 1978

Q: É possível ser completamente livre do medo?

Existe o medo físico e o medo psicológico.

Estamos conscientes do medo e de nossas reações a ele? O que realmente fazemos com esse medo? Fugimos dele, eliminamos, controlamos, esperamos por algum incidente para resolvê-lo ou o aceitamos como parte da vida? Por que esperamos? Por que passamos por este processo?

Recuso qualquer um que vá resolver meu medo: Jesus, o padre, o papa ou o arcebispo ou o analista, ou qualquer pessoa.

Consigo encarar o fato de que tenho medo, e não fazer nada a respeito, somente encará-lo? Se você encarar o fato, então, o questionamento começa, o questionamento real, não o questionamento intelectual, verbal.

Você está investigando, explorando e entende, tem um insight e resolve isto completamente.

Observando o medo enquanto ele acontece

Quarto Seminário - Brockwood Park, Inglaterra - 16 de setembro de 1978

Q: Qual é a raiz do medo?

Na divisão, o pensamento está operando. Quando não há observador, quem que é a essência do pensamento que é o passado, aí só existe o que realmente está acontecendo. Pode essa realidade, o fato, ser observado sem o movimento do pensamento?

Você consegue observar a lua sem que o pensamento interfira?

Enquanto houver divisão, deve haver conflito. Essa divisão é real ou é criada artificialmente pelo pensamento?

Pode o pensamento estar consciente de si como um movimento?

Somente quando há falta de atenção o medo aparece. A atenção contém ou segura o pensamento? Qual é a qualidade do cérebro quando há total atenção? Existe alguma forma de registro?

A dor é a reação ao apego

Quinto Seminário - Brockwood Park, Inglaterra - 17 de setembro de 1978

Q: Podemos observar as reais implicações do apego?

Somos apegados às nossas experiências. Agarramo-nos ao conhecimento, à memória dele, nunca o deixando ir. Você consegue observar isso e deixar a história envolvida se revelar?

Você consegue deixar a coisa que está observando contar sua história, em vez de contá-la? Como uma flor, quando você a olha de perto, quando vê tudo em seus detalhes, a beleza da coisa toda; podemos olhar o apego da mesma maneira? Existe uma observação deste acontecimento, o estado real e a sua natureza, instantaneamente?

Por que achamos tão difícil permanecer com um fato?

Posso ser uma luz globalmente?

Sexto Seminário - Brockwood Park, Inglaterra - 18 de setembro de 1978

Q: É possível ser uma luz para si mesmo, sem depender de ninguém?

Podemos permanecer com o fato, sem nenhum desvio, sem nenhuma interferência de memórias acumuladas do passado, observar o que está acontecendo sem nenhum pensamento agindo como barreira?

É possível ser completamente, totalmente livre de toda influência, toda propaganda, tradição, superstição, toda forma de influência, tanto externa quanto interna?

Encare o fato de que dependência significa dor. Olhe para isto.

É preciso haver liberdade do conhecido. O conhecido é a memória, o passado. Para ser uma luz para si mesmo, o passado com todas as suas tradições deve desaparecer totalmente. O que foi registrado no cérebro deve acabar e nenhum registro presente ou passado acontecer.

O que é que floresce?

Sétimo Seminário - Brockwood Park, Inglaterra - 19 de setembro de 1978

Q: Pode uma mente que está comprometida florescer?

A mente total encontra-se em uma armadilha criada por ela mesma. Ela se conscientiza disto quando há dor. Para escapar desta dor, ela cria outra armadilha.

O pensamento, no seu próprio cerne, é limitado. Pode o pensamento, a consciência, sua totalidade, estar consciente de si próprio?

Se houver insight, há inteligência e o pensamento, então, tem seu lugar.

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